segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Quando Deus parece distante

Pr. Samuel Câmara 

Durante três décadas de ministério, tive a oportunidade de aconselhar inúmeras pessoas que se sentiam conturbadas por acharem que Deus parecia estar distante. Para elas, Deus não se preocupava com suas necessidades pessoais, enfim, com nada que fizessem ou deixassem de fazer. Deus não somente parecia longe, mas também totalmente silente. O resultado imediato disso é que essas pessoas tinham uma enorme dificuldade para se relacionar com Deus.

Alguns casos não eram particularmente fáceis de entender. Em outros casos, porém, a verdadeira razão logo aparecia: culpa, pecado não confessado, espírito de vingança, orgulho, vícios, ansiedade, e assim por diante. Nesses casos, era preciso haver confissão de pecado, restituição, perdão, enfim, o abandono completo de comportamentos destrutivos e o retorno humilde ao Senhor.
Vi muitas vidas serem restauradas, pois “as misericórdias do Senhor não têm fim”. E também: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 Jo 1.9).
No entanto, quando não havia nenhum pecado evidente, pois a pessoa mantinha a vida limpa e a submissão diária a Jesus como Senhor, lia a Bíblia e orava persistentemente, o melhor conselho que eu podia oferecer era este: “Compartilhe com Deus o seu problema e mantenha o curso da sua vida normalmente. Espere no Senhor e continue a fazer o bem”.

A Bíblia apresenta o exemplo de algumas pessoas que enfrentaram problema semelhante, algumas das quais eram realmente santas e tementes a Deus. O profeta Jeremias, por exemplo, era reconhecidamente um homem de Deus, falava a Palavra de Deus, vivia para Deus. Ele marcou tão profundamente a alma da nação israelita que Jesus, cerca de 650 anos depois, foi comparado a ele. Talvez porque o povo via Jesus chorar por Jerusalém, tal como Jeremias, e fazia a correlação.
Mas Jeremias passou por momentos difíceis na sua relação com Deus, pois sentia como se Deus não somente estivesse distante, mas parecesse até mesmo ser seu inimigo. Numa imagem estonteante Jeremias descreve a sua angústia em relação a Deus (Lm 3.1-25).
Ele sentia como se Deus tivesse voltado contra ele a Sua mão (v.2). Ele clamava, mas parecia não ser ouvido (v.8). Sentia-se como se Deus o estivesse caçando (v.10). Via-se como motivo de escárnio do povo e objeto de suas canções (v.14). De tanto não ter paz na alma, chegou a esquecer-se do bem (v.17). Por fim, achou que a sua esperança no Senhor havia acabado (v.18).

Mas uma coisa aconteceu: ao colocar a sua tristeza em palavras, Jeremias viu que uma luz penetrava na escuridão e restaurava a sua esperança no Senhor. Ele passou a fazer afirmações de fé e buscou trazer à memória o que lhe podia dar esperança (v.21). 

E então ele concluiu: “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade. A minha porção é o Senhor, diz a minha alma; portanto, esperarei nele. Bom é o Senhor para os que esperam por ele, para a alma que o busca” (vs.21-25).
Não são poucos os que, por causa do aparente silêncio de Deus, ou de Sua suposta ausência, carregam o fardo pesado da ansiedade. Mas é bom que percebamos que a ansiedade existe praticamente devido a fardos que assumimos como nossos, quando deveríamos colocá-los nas mãos de Deus. Grande parte das nossas preocupações pertence ao futuro (o que vamos fazer amanhã, ou na semana seguinte) e uma percentagem razoável tem a ver com as sobras do passado.

Quanto aos erros do passado, só resta confissão e abandono, e buscar o perdão do Senhor. Quanto às preocupações do futuro, é mister deixá-las aos cuidados de Deus; relaxar e seguir a orientação do Espírito: “Confia os teus cuidados ao Senhor, e ele te susterá... lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós” (Sl 55.22; 1 Pe 5.7).

Se Deus parece estar bem longe de você, mesmo que esteja confiando Nele e tentando fazer a Sua vontade, não se desespere. Conte a Ele sobre isso. Continue a fazer o bem, o que sabe ser certo. A luz de Deus irá penetrar na sua alma. E quando ela iluminar o seu coração, você verá que cresceu muito mais em razão da provação pela qual passou. E saberá que Deus sempre esteve perto e cuidando de você.

sábado, 21 de agosto de 2010

Assembléia de Deus-Ministério Igreja Mãe chega ao municipio de Monte Alegre

Já está disponível no canal de vídeos Youtube, a reportagem que mostra a implantação da Igreja Assembléia de Deus-Ministério Igreja Mãe, na cidade de Monte Alegre no Oeste do Pará.
Vejam no link: http://www.youtube.com/watch?v=JFUq-jZqJWw

domingo, 8 de agosto de 2010

Você Estava Lá?

Por: Samuel Câmara


Dois amigos estavam discutindo sobre Gênesis 1.1, que diz: “No princípio, criou Deus os céus e a terra”. Simeão disse que acreditava na Criação exatamente como estava escrito na Bíblia. Efraim, um agnóstico declarado, divagou longamente sobre suas próprias teorias de como o mundo começou e como a vida desenvolveu-se de uma célula primordial, para répteis, macacos, até chegar ao homem. Quando terminou, Simeão olhou para ele e disse: “Você estava lá?”
Essa foi uma boa pergunta. “Claro que eu não estava”, respondeu Efraim. Então, Simeão disse: “Bem, Deus estava. Ele era o único que estava lá e eu vou ficar com a palavra da testemunha ocular desse evento maravilhoso, pois Ele é Fiel e Verdadeiro, em vez de dar atenção a suposições daqueles que creem apenas nas elucubrações da própria imaginação”.
O que alguém faz da Bíblia e da sua própria história depende do que faz da primeira frase da Bíblia. Se uma pessoa crê de todo o coração nessa Palavra, poderá crer em tudo o que vem depois. Se rejeitar essa afirmativa divina, também irá negar qualquer outra verdade das Escrituras.
Lembremo-nos de que, em um julgamento, a testemunha ocular sempre conta mais que todas as outras. O mesmo vale para juízos a respeito da Criação. O próprio Deus perguntou ao seu servo Jó: “Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra?” Deus estava lá, por isso devemos confiar em sua palavra.
Qualquer pessoa da nossa geração, quando pensa no início da Assembleia de Deus no Brasil, só pode dizer: “Eu não estava lá”. Mas não devemos parar nesse ponto. Precisamos voltar às fontes, ler e ouvir quem esteve, e dar crédito às evidências de suas palavras. Porque nós só podemos saber o que ocorreu nos “humildes começos” em virtude do testemunho daqueles através de quem Deus operou esse grande milagre nas plagas paraenses.
Gunnar Vingren estava lá. Daniel Berg estava lá. Samuel Nyström, Nels Nelson, assim como muitos outros, estavam lá. Todos sofreram para estabelecerem os fundamentos dessa obra, mas não creio que algum deles tenha pensado em que “o penoso trabalho de suas mãos” chegaria a comemorar o Centenário. Talvez porque esperassem a volta de Jesus para breves dias; talvez porque Deus lhes tenha vedado enxergar, para que não se ensoberbecessem; talvez porque estavam simplesmente interessados em cumprir sua missão.
Os fundamentos foram tão bem colocados, tão profundamente fincados, que pôde surgir deles uma obra portentosa e ao mesmo tempo incompreensível aos padrões do pensamento humano!
Podemos parafrasear o primeiro verso da Bíblia desse modo: “No principio do Século XX, criou Deus a Assembleia de Deus”. É tão somente por isso que essa obra chegou até aos nossos dias, pois foi criada por Ele, sempre contou com o poder Dele, o Senhor Deus, que sempre deu o tom e o compasso dessa “composição divina”, a qual só poderia sair do coração do Deus amoroso e bom.
Por causa dessa ação de Deus na História, multidões foram salvas, milhões foram abençoados, curados, batizados no Espírito Santo, resultando também no maior movimento de inclusão social que este País já teve notícia. É só ver os testemunhos dos incontáveis pecadores e ex-tudo-que-não-presta, os quais foram transformados em santos e amados do Senhor!
Deus criou a Assembleia de Deus, mas eu não estava lá. Você não estava lá. Ninguém na nossa geração estava. Nem podíamos. Podemos lamentar, mas sem culpa alguma.
Agora, a boa notícia é que Deus quer fazer o Centenário da Assembleia de Deus. Eu estou aqui. Você está aqui. A nossa geração pode ser usada nas mãos de Deus para realizar essa obra que também é fruto do coração de Deus. O que cada um de nós tem de responder é isto: o que farei com o Centenário?
Alguém pode se esquivar e dizer: “Isso não é comigo”. E, como Efraim, tecer mil teorias de sua inação e incredulidade.
Outro pode dizer como o profeta Isaías: “Eis-me aqui, envia-me a mim”. E, como Simeão, crer no testemunho dos antigos, de quem estava lá no princípio, cujo exemplo de fé mostrou à nossa geração que Deus fez do nada algo que ajudou a mudar a face deste País.
Se você não tiver outros meios, ore, ore muito por nós. Se puder orar e contribuir financeiramente, ore e contribua generosamente. Se puder orar, contribuir e participar da Festa do Centenário, melhor ainda.
O Centenário é uma tarefa da nossa geração. A geração do princípio fez a sua parte. Agora é a nossa vez. Faça a sua parte. Creia em Deus e coloque a sua fé em ação.
E então, cada irmã e irmão que, em gratidão a Deus, se empenhou pela celebração do Centenário, poderá dizer: “Eu estava lá!”

sábado, 7 de agosto de 2010

A Parábola do Pai que nunca desiste

Pr.Samuel Câmara


Jesus contou uma parábola a respeito de um filho que resolveu enfrentar o próprio pai quanto à partilha antecipada da herança, conhecida como “parábola do filho pródigo” (Lc 15.11-32). Mas bem que poderia ser chamada de “parábola do pai que nunca desiste”. Essa é a figura de Deus, o Pai, que nos ama de tal maneira que jamais desiste de nós.

Esse filho partiu para um lugar distante e dissipou tudo quanto tinha, pois viveu prodigamente, em muitas farras, dissolutamente.

A vida tem as suas complicações. E essas são ampliadas quando os filhos resolvem partir, mas o fazem pelos motivos errados. Há pais que ainda hoje choram a perda dos filhos, e dizem: “Tudo quanto tenho eu daria para ter meu filho de volta”.

Há muitos jovens que se desmoralizam, vivem suas orgias como se tudo não valesse nada. Para alguns, o dinheiro responde por tudo, pode comprar vidas, pode tirar vidas, pode acabar a sua vergonha, comprar drogas etc. E quando o dinheiro se vai, a família fica sem sossego; os móveis são vendidos, as roupas, trocadas; exigem dos pais dinheiro para consumir drogas, batem nos pais se não conseguem; porque tudo quanto conseguem, as drogas consomem.

Que ferida deixou o filho pródigo naquela casa! Felizmente, para esse jovem, a história teve uma continuação. Outras histórias nem continuam. Quando alguns saem, não voltam. As mães vão para as praças e aproveitam as emissoras de televisão, cujas novelas e programas mostram seus filhos. Essas mães não sabem se seus filhos vivem, onde estão, se nos cemitérios ou nas prisões, ou se são escravos sexuais em algum lugar do mundo. Deve ser uma sensação horrível de perda que carregam no coração!

Esse jovem da parábola teve uma oportunidade de chegar ao fundo do poço. Outros se afogam sem terem o direito de tocar no fundo e dar aquele empurrãozinho para cima e tomar algum fôlego de esperança.

Esse jovem teve um lapso de tempo, pois acabou tudo o que tinha e, quando precisou comer, procurou na cidade alguém que o ajudasse, mas ninguém acreditava absolutamente nele. Houve somente um homem, dono de uma pocilga, que lhe deu uma oportunidade de trabalho: cuidar de seus porcos.

Ele sentia tanta fome que lhe era desejável comer a comida dos porcos. Até que ele caiu em si e se lembrou de seu pai, de quem tirara a alegria de acompanhar a sua vida. Ele se arrependeu. E, não tendo outra saída, tomou a resolução de voltar à casa de seu pai; resolveu dizer ao seu pai que não se sentia digno de ser chamado seu filho; pediria uma chance de ser tratado igual a um empregado da casa.

Ele viajou todo o caminho de volta pensando: “Será que meu pai vai me aceitar de volta?” Quando ele se aproximou, o pai estava naquela costumeira posição de todos os dias. Como sempre ocorre ao coração do pai: se ele tem uma oportunidade mínima para pensar em alguma coisa, ele vai pensar no filho; se ele tem uma chance de olhar em alguma direção, ensaia olhar ao mesmo caminho por onde o filho se foi como a possível direção de onde o filho voltará.

Enquanto vinha ao longe, o pai o viu. Antes que o filho dissesse o que ensaiara, o pai correu e o abraçou, e deu ordens para que o tratassem da melhor maneira possível: banho, roupas novas, sandálias novas nos pés, anel no dedo; e mandou matar o melhor novilho para uma grande festa. E disse: “Este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado”.

Este domingo é o Dia dos Pais. Como está o seu coração, papai (ou mamãe que também exerce a função de pai), que sonhos, que marcas, que feridas, que dores você tem, de um filho que, igual ao filho pródigo, se foi e exigiu de você o que não devia exigir, feriu você como não podia ferir? E você pode estar dizendo que não tem nenhuma esperança.

Mas eu quero lhe dizer que, assim como Jesus contou essa história, Ele quer contar também a sua história com um veio de esperança.

O motivo de Jesus contar essa história não foi exaltar a perdição do filho, mas asseverar a misericórdia do pai; foi demonstrar que, mesmo quando agimos mal, o verdadeiro pai nunca desiste de amar.

A parábola não é para ensinar a engendrar meios de partir, mas para lhe assegurar que, embora perdido, ainda há esperança no verdadeiro arrependimento, pois Deus Pai está disposto a receber Seus filhos de volta aos Seus braços.

Feliz Dia dos Pais!



sábado, 31 de julho de 2010

Reencontro Jovem

O Reencontro Jovem de hoje reuniu dezenas de jovens que se propuseram servir a Deus de diversas formas, entre elas a música, dança e dinâmicas de grupo.

Foi d+ a edição do Reencontro Jovem!
Sábado que vem teremos mais surpresas...
Todos estão convidados!
Avenida Borges Leal-1020
Santissimo

Centro de Convenções do Centenário, uma realidade!

O clamor realizado diariamente no canteiro de obra do Centro de Convenções do Centenário, além de abençoado várias vidas, têm surtido efeitos quanto ao andamento da obra que avança cada vez mais. Segundo o Engenheiro responsável, Gerônimo Milan Neto, “até o tempo está a nosso favor”,referindo-se a grande vilã do bom andamento da obra, a chuva que caía com muita frequência na cidade de Belém.

O terreno está pronto e essa semana começam as fundações, as estruturas metálicas já estão sendo fabricadas em São Paulo, os aços começaram a chegar e as máquinas logo entrarão em cena. “A obra começa de fato no dia 13.07.2010, terça-feira, por enquanto foram feitos serviços preliminares”, diz Gerônimo.

Quem tem acompanhado o desenvolvimento da obra percebe a agilidade e determinação em cumprir o cronograma: primeiro foi à derrubada do muro, logo após veio à limpeza do terreno, drenagem para acabar com o excesso de umidade da área, e, finalmente, a preparação para todo trabalho das fundações. Com isso sentimos que o Centenário deixou de ser um sonho para tornar realidade, um passo de fé que começa no coração de todo aquele que está disposto a ouvir a voz de Deus. 

Na verdade, o conjunto de ações implementadas para esta grande festa não está apenas na construção do Centro de Convenções, mas no fiel cumprimento de todas as metas estabelecidas como prioridades até a data do Centenário. 

Eu e você, geração do Centenário, não podemos ficar de fora desse movimento. São R$ 35.000,00 empregados diariamente nas obras que serão concluídas e inauguradas em 2.011. Façamos a nossa parte! Contribuindo e convidando conhecidos, amigos, vizinhos e parentes para que juntos façamos desse Centenário a maior festa pentecostal do mundo. 

Assessoria de Comunicação do Centenário 

Hoje tem Reencontro Jovem!

Logo mais deve acontecer mais uma edição do Reencontro Jovem na Igreja Assembléia de Deus-Ministério Igreja Mãe.

Endereço: Av. Borges Leal-1020/Santissimo

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Reencontro Jovem tem participação da Banda Código 7

Acontece nesse sábado mais uma edição do Reencontro Jovem da Igreja Assembléia de Deus em Santarém-Ministério Igreja Mãe. O evento será realizado às 19 horas na sede da igreja que fica localizada na Avenida Borges Leal-1020/Santíssimo.

A grande novidade deste sábado é a participação da Banda Código 7, que deve se apresentar no Reencontro Jovem.

Todos são bem-vindos!

Não fique fora dessa! Venha você também ser abençoado por Deus!

domingo, 11 de julho de 2010

Rumo ao Centenário!

Uma igreja viva

Podemos avaliar o que significou o início das atividades missionárias para a formação da Igreja Assembléia de Deus no século passado, uma época marcada por preconceitos, perseguissões, desconhecimento e, principalmente, as dificuldades pessoais de Daniel Berg e Gunnar Vingre, como idioma, cultura e tantas outras. Certamente, muitos outros teriam desistido. Mas, a determinação dos missionários suecos e o apoio que receberam de alguns irmãos foram decisivos para que hoje vivêssemos esses tempos em que entrar no templo da Igreja Assembléia de Deus em Belém, significa conforto, uma mensagem verdadeira e obstinada por salvação, regada a boa musica ministrada por corais, orquestra, pianos violinos e ministros de louvor cheios da unção do Espírito Santo de Deus, merecedores do respeito de toda sociedade, mesmo aqueles que não querem compromisso com a Igreja de Cristo.
Uma prova disso foi o aniversário de 99 anos, quando no Mangueirão, quase tomado pela multidão, milhares de pessoas presenciaram um verdadeiro espetáculo de fé onde não faltou a boa Palavra, coreografia do melhor padrão envolvendo mais de quinhentas pessoas e os cantores ou grupos musicais que se revezavam no louvor do Senhor. Gente de todas as idades, denominações, de todas as cores e classes sociais envolvidas e determinadas a fazer o seu melhor para adorar o Senhor."Vivemos numa igreja viva com todas as dificuldades de qualquer outro grupo humano, com a única diferença: vivemos para servir ao senhor dos senhores e isso faz uma grande diferença”, afirmou a irmã Rebekha Câmara, esposa do Pr. Samuel Câmara, habituada a ser a grande ajudadora do seu ministério em projetos arrojados de toda natureza. Perguntada pela reportagem do SITE do CENTENÁRIO sobre as diferenças entre grupos com interesses diferentes dentro da própria Igreja, a resposta estava na ponta da língua: “todos nós temos que entender que a obra de Deus não é feita por pessoas, mas, pelo Espírito Santo que usa todos aqueles que estão dispostos e com disponibilidade para obedecer ao chamado do Pai. Precisamos entender também que a Obra não é feita apenas por uma pessoa ou por um único grupo. É natural que as pessoas pensem diferente umas das outras e realizem a obra de acordo com o tamanho da sua fé e das suas próprias possibilidades. Nós da Igreja Mãe das Assembléias de Deus estamos fazendo nossa parte, hoje, sob a liderança do Pr. Samuel Câmara, assim como no passado realizou sob a liderança de Daniel Berg e tantos outros. Agora, não há quem possa deixar de reconhecer que no dia 18 de junho de 2.011, uma igreja estará completando 100 anos de existência e essa igreja é a Assembléia de Deus em Belém do Pará”. E concluiu dizendo que, “somos uma igreja viva, formada por jovens crianças e adultos, como podemos ver, todos envolvidos nas mais diversas atividades, pois, só não faz a obra quem deseja apenas ficar falando. Nós queremos e contamos com todos aqueles que desejam contribuir de alguma forma, independente de pertencer a esse ou aquele grupo religioso ou não. Que venham todos somar conosco e fazer parte dessa linda história”.
Portanto em 2.011, o Pará estará recebendo todos os continentes para juntos realizarmos a maior festa cristã do mundo, reunindo todas as denominações evangélicas ou não e aqueles que querem presenciar a grande manifestação do poder de Deus nesse lugar e na vida de todos que vierem com o objetivo de louvar ao único nome digno de louvor, o Senhor Jesus. Participe você também, venha fazer parte dessa história.

Veiculada por Assessoria de Comunicação do Centenário

sábado, 10 de julho de 2010

Igreja Assembléia de Deus- Ministério Igreja Mãe, chega ao Município de Monte Alegre

Além de Juruti, Óbidos e Santarém, Monte Alegre é o mais novo município a receber a Igreja Assembléia de Deus- Ministério Igreja Mãe.


Os trabalhos missionários devem começar ainda no mês de julho na cidade.
O primeiro culto que está sendo planejado será ao ar livre e ministração da Palavra de Deus será direcionada pelo Pastor Augusto Araujo, que está à frente da igreja em Santarém e lidera os trabalhos nas cidades do Oeste do Pará

Monte Alegre:

Localização

Localiza-se no Oeste do Pará à margem esquerda do Rio Amazonas, limitando-se com os municípios de Almeirim, Prainha, Santarém e Alenquer. Monte Alegre fica a 623 Km, em linha reta, e 457 milhas da cidade de Belém.




Acesso

Por Água: Saídas diárias de barcos e navios do Porto de Belém. Tempo de viagem: dois dias e meio.
Por Ar: Saem vôos diariamente para Santarém via Aeroporto Internacional de onde segue-se por via terrestre, atravessando de balsa o Rio Tapajós, até o Porto Santana. De lá toma-se a PA-254 até a sede do município.


Saiba mais:

Assembléia de Deus em Santarém - Ministério Igreja Mãe




    É uma Igreja co-irmã das Assembléias de Deus ligada a Assembléia de Deus em Belém, a Igreja Mãe. Nasceu das iniciativas do Pr. Samuel Câmara e do Pr. Augusto Moreira de Araújo que viram a ação de Deus no sentido de levantar um trabalho que se identificasse com o propósito original da Assembléia de Deus no Brasil fundada pelos pioneiros


Daniel Berg e Gunnar Vingren. 


 Fundada em 3 de janeiro de 2009 possui, além da Sede, duas Unidades com pastores em tempo integral na cidade de Santarém/Pa.
   
   Tem no propósito missionário o sentido de sua existência afim de alcançar o maior número de vidas para Cristo nosso Senhor.

Localização:
Sede: Av. Borges Leal, 1020 entre Av. Curuá-Una e Tv. Turiano Meira em Santarém/Pa.



Banda Código 7 se apresentará no Reencontro Jovem

Não percam no próximo Reencontro Jovem, 17 de Julho, a apresentação da Banda Código 7.

A Banda que lançou recentemente seu mais novo trabalho, deve agitar a noite com músicas que variam do Rock à Adoração a Deus.

Então não fique de fora dessa, agende-se e prepare-se para esse momento especial.
A Igreja Assembléia de Deus em Santarém está localizada na Av. Borges Leal, 1020, entre Curuá-Una e Turiano Meira.

A oferta que agrada a Deus

Certo atleta de circo ganhava a vida se exibindo em façanhas assombrosas de força física. Em geral, terminava o espetáculo com uma impressionante demonstração de sua capacidade de espremer uma laranja da qual já se havia extraído todo o suco. Ao terminar a apresentação, ele desafiava o público, convidando a ir à frente qualquer pessoa que se achasse capaz de extrair ainda que fosse uma gotícula de suco da laranja espremida.

Certa vez, apresentou-se um homem de baixa estatura, franzino, óculos fundo-de-garrafa, e a plateia rompeuem gargalhada. Sem nada temer, ele subiu ao palco e pegou das mãos do atleta alaranja totalmente murcha e enrugada. Todos tinham os olhos fitos nele. Ele pegou o bagaço, comprimiu a mão direita e apertou.

Ambiente eletrizante, a plateia e o atleta estavam numa grande expectativa. De repente, começou a se formar uma gota de suco, que finalmente pingou no chão. A plateia rompeu num estrondoso aplauso, findo o qual o atleta perguntou seu nome e o convidou a contar como conseguira desenvolver tal força.

O homem respondeu: “Não há nenhum segredo”; e então, sorrindo, acrescentou: “Ocorre que eu sou o pastor da igreja local e estou acostumado a tirar oferta”.

Essa anedota, eu sei, não tem graça nenhuma! Mas a imagem que não poucos têm de pastores e igrejas é essa, que ofertar é resultado de pressão. No entanto, como pastor e pregador da Palavra de Deus, compreendo que a contribuição que agrada a Deus nunca pode resultar de apelos forçados ou intimidações de qualquer espécie.

Segundo a Bíblia, há vários tipos de ofertantes; alguns agradam a Deus, outros não.

Há aqueles que ofertamdo que lhes sobra. E há quem oferta tudo o que tem.

Jesus estava no templo, em Jerusalém, observando como as pessoas traziam suas ofertas. Os ricos depositavam grandes quantias. Uma viúva trouxe duas moedinhas apenas. Jesus disse que essa viúva ofertara “mais do que o fizeram todos os ofertantes. Porque todos ofertavam do que lhes sobrava; ela, porém, da sua pobreza deu tudo quanto possuía, todo o seu sustento”(Mc 12.41-44).

Jesus observou a atitude do coração,“como” as pessoas ofertavam: se como expressão da generosidade da fé de um coração confiante no cuidado absoluto de Deus; ou se como expressão de avareza, de ofertar apenas a sobra. E, para Jesus, os ricaços perderam feio para a viúva pobre!

Há aquele que faz o que pode.

Como a mulher que derramou sobre Jesus um precioso perfume de nardo puro, no valor de 300 denários (o salário de um ano de um diarista). Ela foi duramente censurada pelos circunstantes, pois argumentavam que o perfume poderia ser vendido e o dinheiro, dado aos pobres.

Mas Jesus via de modo diferente. Ele recebe aquele gesto como uma “boa ação” para com ele. Indicou-lhes o óbvio, que os pobres estavam sempre diante deles, para lhes fazerem obem quando quisessem. E acrescentou: “Ela fez o que pôde: antecipou-se a ungir-me para a sepultura” (Mc 14.3-9). Jesus sutilmente indica que os críticos não faziam sequer o que podiam.

Há aquele cuja oferta é sacrifício, pois lhe custa algo.

Havia uma praga matando muitos israelitas. O rei Davi procurou um local onde oferecer sacrifícios a Deus, para que o povo fosse abençoado e cessasse a praga. Encontrou um monte, mas o proprietário, um Jebuseu chamado Araúna, tentando fazer média com o rei, ofereceu-lhe tudo: os bois, a lenha, o monte, e de graça!

Porém o rei disse a Araúna que compraria tudo pelo devido preço. E acrescentou: “Porque não oferecerei ao Senhor, meu Deus, holocaustos que não me custem nada”.

Há aqueles cuja oferta é a doação de suas próprias vidas.

Os crentes da Macedônia, embora pobres e passando por grande tribulação, eram ricos em generosidade. Paulo testemunhou que “na medida de suas posses e mesmo acima delas, se mostraram voluntários” e rogaram muito para ajudarem outra igreja. E Paulo acrescenta que eles “deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor, depois a nós, pela vontade de Deus” (2 Co 8.1-6).

Com qual tipo você se identifica?

Saiba que a oferta que agrada a Deus é a decorrente de uma atitude de fé e generosidade. E a fé vem pelo ouvir a palavra de Deus. Como Deus nos deu os desafios do Centenário da Assembleia de Deus, quem ouvirá o nosso apelo de contribuir com essa grande obra?

Pr. Samuel Câmara

domingo, 4 de julho de 2010

Fair-Play

Pr. Samuel Câmara
Antes do início de cada partida da Copa do Mundo, um pouco antes da execução dos hinos nacionais das equipes, uma bandeira amarela desfila logo à frente com uma expressão bem vistosa: Fair-Play. Esta é uma expressão inglesa que quer dizer literalmente “jogo limpo”.  A mensagem é que não bastam as dezessete regras do futebol (a letra da lei fria e impessoal), é preciso o “espírito da lei”, ou digamos, os princípios que lhe dão vida e coerência.
A FIFA explora o “Fair-Play” como ninguém. Os exemplos práticos vão desde um pedido de desculpa por uma falta cometida, a reverência à marcação plenipotenciária do árbitro, ou o respeito por um jogador do time adversário, quando alguém cai machucado e a bola é chutada para fora do campo para que o mesmo seja atendido. Depois que tudo volta ao normal, a posse da bola é devolvida ao adversário, e o jogo continua. Assim, não basta saber que no futebol “a regra é clara”, é preciso o espírito da lei que torna a disputa ferrenha em algo digno de pessoas civilizadas.
Assim é também na vida. Ela tem regras, tem leis; mas é necessário espírito de “Fair-Play”. Isso fica muito mais evidente quando vemos que, a despeito de sermos tidos como um país repleto de leis para tudo, elas são sistematicamente desobedecidas e vilipendiadas, ou são pouco funcionais.
Jesus estabeleceu o princípio do “Fair-Play” da vida, quando disse: “Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles” (Mt 7.12). Na visão de Jesus, não bastaria cumprir a lei, nem deixar de fazer o mal ao próximo; era necessário fazer aos outros o próprio bem que desejássemos a nós mesmos.
Paulo disse: “O atleta não é coroado se não lutar segundo as normas” (2 Tm 2.5). Isso quer dizer que, em última instância, alguém tem a capacidade de julgar se a pessoa infligiu ou não a regra. Quem julga a lei é o juiz. E quando se trata de esportes e juízes humanos falíveis, erros acontecem.
Isso ficou patente nesta Copa, marcada por péssimas arbitragens de juízes despreparados. Isso pode acontecer também na vida, pois juízes humanos podem proferir sentenças injustas. Mas quando partimos do princípio de que Deus, o Justo Juiz, um dia irá pesar todos os nossos atos na Sua “balança” aferida pela verdade e retidão, cumprir normas e jogar limpo não é sequer uma questão de preferência; é mera obrigação.
Todavia, é preciso agregar ao dever de justiça o amor que lhe dá consistência. Se quisermos, pois, pautar a nossa vida no “Fair-Play”, é imprescindível que não deixemos aos outros a determinação da nossa atitude. Essa é uma faceta prática do amor. Por isso Paulo ensinou: “O amor seja sem hipocrisia. Detestai o mal, apegando-vos ao bem. Não torneis a ninguém mal por mal; esforçai-vos por fazer o bem perante todos os homens. Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Rm 12.9,21).
Tal qual ilustra o conto do filósofo que viu um escorpião sendo arrastado pelas águas do rio. O filósofo meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o escorpião o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente. Foi então à margem, pegou um galho e salvou o escorpião.
Ao juntar-se aos seus discípulos, um destes, perplexo e penalizado, lhe perguntou: “Mestre, por que foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Veja como ele respondeu à sua ajuda e picou a sua mão!” O filósofo ouviu tranquilamente e respondeu: “Ele agiu conforme sua natureza e eu de acordo com a minha”.
Mais do que de normas, portanto, é preciso aprender a jogar limpo. Do contrário, podemos nos transformar em meros fariseus, ortodoxos de letra e de doutrina, mas libertinos na prática e nas atitudes. Jesus disse: “Se a vossajustiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus” (Mt 5.20).
Essa atitude de exceder o farisaísmo latente em nossas vidas tem a ver com a atitude espiritual do “Fair-Play”.
No jogo da vida é bom querer ganhar. Mas ganhar não é tudo. “Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Mt 16.26).
E como estamos tratando de Fair-Play, parabéns à Holanda!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Vencendo a Copa da Vida

A Copa do Mundo é competição, é luta, mas também é festa. Uma festa em escala planetária. O mundo tem seis bilhões de habitantes. Mais da metade param tudo para assistir aos jogos do maior fenômeno esportivo mundial. Nações contra nações numa “guerra” diferente, onde importa ganhar dentro do campo, em obediência a normas estritas.

A vida também tem a sua “Copa”, essa muito mais difícil, onde semelhantemente muitos podem ganhar ou perder. A Copa da Vida é, de longe, mais importante que a Copa do Mundo. Enquanto nesta o perdedor pode se recuperar na copa seguinte, na primeira a perda é irreversível.
Não quero obviamente arriscar análises sobre a Copa do Mundo. Existem os narradores, os comentaristas, os milhões de “técnicos” dentre os apaixonados torcedores, que poderão fazê-lo. Mas sobre a Copa da Vida, que venho “jogando” há tempos, e vencendo pela infinita graça de Deus, gostaria de elencar algumas considerações.

Da comparação dessas duas Copas brotam preciosas lições. Não sou o primeiro a fazer isto. O apóstolo Paulo, antenado com o mundo de sua época, usou o esporte como paradigma, emprestando conceitos das olimpíadas gregas para falar da Copa da Vida. 

Ele disse: “Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. Todo atleta em tudo se domina; aqueles, para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível” (1 Co 9.24-25).

Não bastava competir; eles tinham de lutar do modo certo e ganhar. Deviam exercer domínio próprio, não viver de qualquer jeito, como se todos os caminhos levassem a Deus. Paulo entendia que Jesus é “o caminho, e a verdade, e a vida” que conduz à vitória (Jo 14.6); e que “há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte” ou derrota (Pv 14.12). 

        Na Copa, assim como na vida, há normas. Paulo reconhecia que “o atleta não é coroado se não lutar segundo as normas” (2 Tm 2.5). Quando arguido a respeito da maior norma (ou mandamento), Jesus disse: “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força. O segundo é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes” (Mc 12.30,31).
        A Copa do Mundo é assistida por bilhões. Na Copa da Vida é assim também: “Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” (Hb 12.1-2).

Muitos perdem na Copa da Vida porque têm colocado ídolos (imagens, dinheiro, poder, sexo etc.) no lugar que pertence somente a Deus. No futebol há impedimentos, faltas, punições, cartões amarelo e vermelho. Na Copa da Vida, a infração principal é o pecado, a completa falta de “fair-play”. 

Mas Deus evitar dar cartão vermelho, “porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente” (Tt 2.11).
        A glória dos estádios é vã. Na Copa da Vida, há um “eterno peso de glória”. Na Copa do Mundo, as seleções lutam por um troféu que lhes pertencerá por quatro anos apenas. Na Copa da vida, o troféu é eterno. 

Naquela como nesta, só os vencedores poderão ser coroados. Isto porque no céu não há lugar para perdedores. Jesus disse: “O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas, e de modo nenhum apagarei o seu nome do Livro da Vida” (Ap 3.5).

Alguns são desclassificados pelo caminho. Mas é preciso avançar: “Prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp 3.14). É preciso vencer com fair-play, com a “consciência pura diante de Deus e dos homens” (At 24.16).

        Muito esforço é desprendido para ganhar uma Copa. Assim também é na Copa da Vida, cujo alvo é ganhar o reino de Deus. Jesus afirmou: “O reino dos céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele” (Mt 11.12).
        Aqui, portanto, cabe uma pergunta: você está vencendo a Copa da Vida?

Pr.Samuel Câmara- AD Belém

domingo, 27 de junho de 2010

Museu Histórico Nacional da Assembleia de Deus lança site

O site do Museu Histórico Nacional e Centro de Pesquisas da Assembleia de Deus foi lançado dia 17 de junho, por ocasião da abertura da celebração dos 99 Anos da igreja.
A página contém links para documentários, exposição virtual e doação de peças, entre outros.
Um dos serviços mais relevantes do novo espaço virtual da instituição possibilita o registro e guarda de produções variadas, tais como livros, cds, apostilas, material de publicidade de igrejas etc. Isso consta do link “Depósito Legal”.
Pelo link “Selo de Autenticidade”, o site oferece a possibilidade de conferência de originalidade de qualquer informação histórica relacionada à Assembleia de Deus. Para isso, com o pagamento de uma pequena taxa, o interessado recebe o Selo de Autenticidade conferido pelo Museu Histórico Nacional.
Projetado para cinco idiomas, a página ainda aguarda a liberação para o francês e sueco. A tradução para o inglês e espanhol já está funcionando, embora também careça de pequenos ajustes.

Fonte: Site AD Belém